Em Capoeiras, a população já teme a falta de água nas torneiras nos próximos dias. É que a seca que assola o município e já dizimou plantações e reduziu o plantel de gado, agora ameaça de colapso a Barragem do Gurjão. Manancial usado pela COMPESA para a captação da água que abastecer os moradores das cidades de Capoeiras e Caetés, a Barragem Gurjão no dia 02 de fevereiro estava com 38% da sua capacidade de armazenamento, segundo um funcionário da Cia de Abastecimento. Mas mesmo assim, dezenas de caminhões pipa retiram água diariamente, motivando a preocupação e o desejo de muitas pessoas em que as autoridades proíbam a retirada indiscriminada da água para se evitar o iminente colapso total da barragem
No manancial foi instalada uma bomba do tipo jangada, e a retirada da
água acontece dia e noite sem qualquer controle. Segundo informações,
são dezenas de caminhões pipa retirando água diariamente para abastecer
granjas no município de São Bento do Una, principalmente.
O problema já foi, inclusive, tema de
vários discursos na câmara de vereadores de Capoeiras e, várias vezes
abordado nos programas da rádio jovem Cap FM. A população reclama da
falta de interesse da prefeitura de Capoeiras, do Ministério Público e
da COMPESA em resolver o problema, evitando o iminente do colapso no
abastecimento de água em Capoeiras e Caetés. Temem que as autoridades
demorem a tomar providencias, e quando as fizerem, ser tarde demais.
Além dos carros pipas, há ainda na barragem quatro pequenas elevatórias
que captam agua para abastecer o povoado Maniçoba, uma parte da zona
rural de São bento do Una, e vários agricultores que residem próximo a
barragem.
imagem de Junior Artes e a bomba d'água colocada por terceiros


Venho aqui neste espaço fala sobre um acontecimento que ocorreu na cidade de Capoeiras, um fato muito triste e preocupante, na manhã de hoje terça-feira me deparei com uma cena incrível, uma mulher que fazia apenas dois dias que tinha ganhado bebê esperava na banca do hospital um transporte para leva-la até sua residência na zona rural, onde se encontra o movimento dos sem terras, a mesma esperou e esperou e não obteve nenhuma resposta, no mesmo instante ela tomou uma decisão foi até o ponto de moto táxi que fica próximo ao hospital e assim foi embora para casa. É por incrível que pareça ela foi de moto, agora imaginem a situação de uma mulher que tinha acabado de passar por uma situação extremamente critica e perigosa. Se essa mulher vinhe até algum problema a culpa não é dela por ter indo para casa de moto e sim do hospital por não ter colocado um transporte a disposição quando a necessidade era grande.
ResponderExcluirEspero que este comentário seja exposto ou o dono do blog possa repassar este cometário as pessoas que estão no comando do setor de saúde de Capoeiras e o secretário de saúde tome providencias para não ocorre mais algo deste tipo.
OBRIGADO PELO ESPAÇO