Um evento extremamente raro em patologia forense é a extrusão fetal pós-morte ou “nascimento no caixão”. É definida como a expulsão de um feto morto após a morte de uma mulher grávida,claro, quando o útero materno mostra sinais de putrefação. Acredita-se que os gases gerados durante a fase de putrefação de cadáveres pode distender o útero causando extrusão fetal parcial ou total.
O caso abaixo é de uma mulher grávida de 7 meses que foi encontrada morta após alguns dias em um estado de avançada putrefação. O feto foi descoberto dentro da calcinha da mulher no momento de despir o corpo para a autópsia.
O caso abaixo é de uma mulher grávida de 7 meses que foi encontrada morta após alguns dias em um estado de avançada putrefação. O feto foi descoberto dentro da calcinha da mulher no momento de despir o corpo para a autópsia.
Mas temos que entender que o bebê não está realmente nascendo. Para haver um trabalho de parto, é preciso, óbvio, que a mulher esteja viva, do contrário os músculos não funcionarão. Geralmente, mulheres grávidas que morrem, perdem seus bebês em poucos minutos devido à falta de sangue e oxigenação ao feto.
É comum que mulheres gravidas que morrem tenham que ser rapidamente operadas para tentar remover o bebê ainda com vida. Senão ele vai com a mãe para o mundo das trevas. Mas se a morta não tem contrações, como pode o bebê sair de dentro do corpo dela?
É comum que mulheres gravidas que morrem tenham que ser rapidamente operadas para tentar remover o bebê ainda com vida. Senão ele vai com a mãe para o mundo das trevas. Mas se a morta não tem contrações, como pode o bebê sair de dentro do corpo dela?
ATENÇÃO IMAGENS FORTES:
Isso ocorre porque durante a decomposição, as bactérias no estômago começam a criar gases que farão o corpo inchar. É justamente por causa desses gases que ocorre um outro estranho fenômeno conhecido como o “arroto do defunto” ou em alguns casos a “flatulência do morto”, ou o famoso peido mesmo. E olha que deve ser um daqueles peidos máster saca? Minossenhora. Mas quando isso acontece ao corpo de uma mulher grávida, as coisas ficam muito mais bizarras. Quando o “nascimento no caixão” ocorre, a criança é expelida através da cavidade vaginal da mulher grávida falecida, porque esses gases exercem pressão sobre o útero.
O fenômeno macabro é antigo, há em todo o mundo, desde os tempos mais remotos, registros históricos de gestantes que, depois mortas, expulsaram seus fetos para fora do ventre. O próprio deus da medicina na mitologia grega, Esculápio, foi retirado da mãe quando a mesma já havia morrido no monte Olimpo.
Os médicos, inclusive, no passado, tinham a prática de abrir os abdomes das grávidas mortas na tentativa de retirar os bebês com vida. Até mesmo a Igreja Católica exigia que padres realizassem o procedimento em situações semelhantes, para que os bebês fossem batizados e, assim, ficassem livres do purgatório.
O caso mais antigo conhecido ocorreu em 1551 durante a Inquisição espanhola. A mulher estava morta na forca por 4 horas, quando moradores notaram duas crianças falecidas caindo de seu corpo.
Outro caso teria ocorrido na cidade de Bruxelas, em 1633. Naquele dia, uma mulher morreu de convulsões. Apenas três dias depois, o feto foi espontaneamente expelido. Em Weissenfels, em 1861, uma extrusão fetal ocorreu após 60 horas da morte de uma mulher grávida.
Outros casos são descritos, contudo apenas poucos descrevem a descoberta inesperada dos restos fetais depois da exumação. A maioria dos casos ocorrem depois do enterro; em alguns desses, o corpo estava no caixão enquanto noutros casos o corpo ainda estava na cama de velório ou no esquife!
Outro caso teria ocorrido na cidade de Bruxelas, em 1633. Naquele dia, uma mulher morreu de convulsões. Apenas três dias depois, o feto foi espontaneamente expelido. Em Weissenfels, em 1861, uma extrusão fetal ocorreu após 60 horas da morte de uma mulher grávida.
Outros casos são descritos, contudo apenas poucos descrevem a descoberta inesperada dos restos fetais depois da exumação. A maioria dos casos ocorrem depois do enterro; em alguns desses, o corpo estava no caixão enquanto noutros casos o corpo ainda estava na cama de velório ou no esquife!
O caso mais recente foi registrado em 2008. Uma mulher do Panamá que havia sido assassinada foi descoberta caída em um matagal. Quando o corpo foi levado para a autópsia, os legistas espantaram-se ao dar de cara com um pequeno feto encontrado na calcinha dela.
Outros casos:
DO SITE:
http://www.issoebizarro.com/blog/mundo-bizarro/gravidas-mortas-que-dao-a-luz-no-caixao-re-post-com-atualizacoes/



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